Publicado por: Aline Matte em: Março 8, 2009
“Nunca houve uma época tão boa para ser jornalista. Isto pode soar estranho, se levarmos em conta o número de jornalistas que perderam seus empregos desde o ano 2.000 (três mil demissões¹). Mas também nunca houve antes uma época que oferecesse tantas formas de se contar estórias e levar informação aos leitores. Se você gosta do jornalismo, vai gostar ainda mais de poder dispor de mais ferramentas para fazer seu trabalho, de mais interação com seu público e do iminente desaparecimento das tradicionais limitações de tempo e espaço. “(BRIGGS, Mark. Jornalismo 2.0: como sobreviver e prosperar. pg 10)
É isso! Liberdade para publicar de forma autônoma, não só livre dos interesses comerciais, como também dos interesses políticos. A internet, com certeza, é um espaço de diversidade para o jornalismo. Hoje, podemos ter um blog com notícias escritas, com fotos, com links para outras informações e sites complementares, com áudio, vídeo – quem sabe uma matéria inteira no You Tube – e o principal, interação com o público. Afinal de contas, trabalhar com jornalismo na internet não é apenas ter o domínio das técnicas necessárias para publicação. É preciso, além disso, conhecer o “fazer jornalismo” e fazê-lo com responsabilidade. Trabalhar na internet exige muito de um profissional jornalista. Ser bom somente com a escrita não lhe garante nada, agora ele deve ser bom também com uma câmera no ombro ou um mp3 na mão. Esse é o espírito – e o desafio – do jornalismo online. Preparados? Com certeza! Grandes expectativas!
1 Número de jornalistas norte-americanos que perderam emprego em sete anos, como conseqüência do enxugamento das redações. (Nota do Tradutor)